31 de outubro de 2016

Ushuaia - 3º dia - Devoto


3º dia – Corrientes - Devoto
31/10/2016
736 km (2.130 km)

Programa: seguir o roteiro mudado, direto para Resistência, pegar a Ruta 11 para o sul, passar por Santa Fé e seguir sentido Córdoba, pilotando o máximo possível e dormindo onde der.

Em hotel mais confortável a gente acaba enrolando para sair. Café da manhã bom.

Sei que vou comer essas medias lunas todos os dias até enjoar... mas enquanto não enjoo... é muito bom!!!

Ruta 11: pista simples tranquila, asfalto bom na maioria do trecho, passando por regiões agrícolas fortes até Santa Fé. O padrão é este da foto abaixo.

Minion Batmam General Guemes ADV - já participando ativamente da trip.
Depois de Santa Fé, passamos para a Ruta 19, sentido oeste. Rodovia plana, simples, movimentada em boas condições.

Agora, pensa em um vento na Ruta 19! Muito forte, nunca tinha pegado um dessa intensidade, fiquei pensando como seria então na Patagônia e, principalmente, na Ruta 3 (que tem a fama de ventos violentos).

Em certo ponto da estrada, fui ultrapassar um caminhão e um carro atrás deste, em baixa velocidade tirei para a esquerda e acelerei, quando de repente, o carro veio para cima da minha moto, me jogando no acostamento da direita; tive várias sortes: a velocidade de todo mundo era baixa, o vento deu uma trégua de segundos exatamente neste momento e o asfalto do outro acostamento estava bom.

Parei no acostamento, devagar voltei para a minha pista e aguardei até chegar na próxima cidade, costurar o trânsito e chegar em um semáforo onde estava o argentino barbeiro, que foi o primeiro felizardo dessa viagem com um bonito e bem grande “dedo do meio”, fiquei endiabrado com a fechada; depois me arrependi, pois não se deve arrumar encrenca em país dos outros, mas foi legal!

Pilotamos até onde deu, o vento não ajudou as motos andarem, rodamos 715 km até o sol dar sinal de que ia se por, paramos em Devoto, uma cidadezinha pequena, por onde a Ruta 19 passa bem pelo meio. Na própria ruta já avistamos o Devoto Gran Hotel, bem confortável, um ótimo atendimento, mas com muitos mosquitos esfomeados (que não nos incomodaram muito, não sei se porque não estavam com fome, ou porque estávamos tão cansados que nem sentimos as picadas), o melhor é o preço, apartamento duplo por 500 ARS = 100 BRL.

Devoto Hotel: logo na entrada da cidade.
Jantamos no La Toscana, um quiosque na praça central (há um quarteirão do hotel), demorei para encontrar uma definição para o filé de frango com fritas, mas até o fim da noite consegui: era tipo, comer um solado de Havaianas, era barato, a gente tava com fome, serviu (o terceiro dia, já estamos entrando no ritmo de viagem de moto: qualquer comida  já é uma opção).

La Toscana.
Tá aí o filé de frango com fritas... barato, tipo Havaianas, mas nutritivo.


Fim de um dia de deslocamento, amanhã começaremos com paisagens mais bonitas, e rumo para as bandas da cordilheira.

Na madrugada noite o barulho da chuva foi grande, foi granizo para todo lado, sorte que a garagem é coberta.

Dicas:

Gasolina = 21,20 ARS = 4,24 BRL

Gran Hotel Devoto: 9 de Julio,  950 (Ruta 19), Devoto - Córdoba – Argentina. Tel.: 03564 481415 - devotogranh@hotmail.com. Apartamento duplo: 600 ARS = 120 BRL.

Posto de Gasolina: ao lado do hotel.

La Toscana. Quiosque na praça. Refeição Barata, qualidade compatível, mas dá para matar a fome.

Mercadinho: para uma refeição mais barata ainda, há um mercadinho a poucos metros do hotel.




30 de outubro de 2016

Ushuaia - 2º dia - Corrientes

2º dia – Puerto Iguazu - Corrientes
30/10/2016
624 km (1.394 km)

Dia de rodar 610 km e dormir em Corrientes, caminho já conhecido. Abastecemos e fomos rodar. Almoçamos frutas na beira da estrada, a estratégia é comer pouco no almoço para não dar sono pilotando. Tem gente que não acredita que se cochila e dorme sobre uma moto, mas pode acreditar é muito perigoso.


Parada em Ituizangó para abastecimento, já com nafta a 4,39 BRL (21,95 ARS).



O trecho é tranquilo, com pista simples, utilizamos os cuidados habituais de pilotar. Clima quente, mas não estava um absurdo.

Os caras já entram na Argentina e já tiram foto até de boi no pasto!

Chorizo!!

No trecho vi uma Tenere 660, com placa brasileira, parada debaixo de uma árvore à beira da estrada. Paramos para averiguar se o cara precisava de ajuda. Pegamos o sujeito de surpresa, mijando na cerca, o “oi” foi sem aperto de mãos, óbvio. O cara é um veterinário argentino, Cláudio, que mora na Bahia, e estava indo visitar os parentes e passear na terra natal; um cara bem alegre e falante; tudo OK com o amigo.



Primeira figurassa da viagem!

Chegamos em Corrientes por volta das 17:30 h, paramos para availar a possibilidade de seguir mais um pouco, mas o trecho para Resistência era desconhecido e resolvemos parar.

Corremos para o Hotel La Mansion, que eu já conhecia da viagem ao Atacama; a surpresa foi encontramos o hotel fechado, já era, hora de procurar outro. Mas havia uma família, de funcionários morando ali, e enquanto nos indicavam outro hotel, um rapaz com uma Motomel 125 parou e se ofereceu para nos conduzir a outro local. 

Depois de um breve papo, descobrimos que o rapaz, de nome Camilo, peluqueiro (barbeiro) é fã do nordeste brasileiro e viaja todos os anos para lá. Bom, ajuda é sempre bem vinda e ele nos conduziu até um primeiro hotel (Rivadavia), que achamos muito caro; seguimos para a segunda opção e chegamos no La Confianza, meio caro (950,00 ARS = 190,00 BRL), mais barato que o anterior, muito bom.

Camilo, peluqueiro... segunda figurassa!

À noite, domingão sem Faustão, em Corrientes, é óbvio um passeio na Costaneira. Estava lotada, muita gente andando, sentada, conversando, família, jovens; os argentinos curtem muito passear ali. Em uma banca de presentes e artesanatos vi um bonequinho de pelúcia artesanal, feito com chrochê, achei legal e comprei, é um Minion vestido de Batmam.

Quer melhor imagem da Costanera? Não vai ser foto, vai ser um vídeo:

Povo aculturado é diferente, domingão no calçadão, lotado de famílias, e no coreto: tango!

Comemos um bom e grande lanche e, barriga cheia, fomos para o hotel.

Analisamos os nossos mapas e tomamos uma decisão de mudar o roteiro. Iríamos para Mendoza por Santa Fé, Villa Maria, Rio Cuarto; mas resolvemos seguir para Córdoba. O objetivo? Percorrer a Ruta 34, a Ruta de Las Altas Cumbres, um caminho bem recomendado, por ser bonito.


Dicas: 

Gasolina = 21,95 ARS = 4,39 BRL

Hotel La Confianza – Mendoza, 1127 – Corrientes - http://www.hotelconfianza.com.ar. Apartamento duplo: 950,00 ARS = 190,00 BRL.

29 de outubro de 2016

Ushuaia - 1º dia - Puerto Iguazu

1º dia – Araçatuba – Puerto Iguazu
29/10/2016
770 km

Moto pronta, carregada, depois de uma noite bem mal dormida, acordei às 04:30, só para por a roupa, tomar um leite e sair.

Encontrei com o parceiro Ednei no posto de combustível combinado, um café para aquecer e.... vombora.


Na moto eu pensava.... "outra aventura, agora, tocar 10.000 km até o Ushuaia"! Na hora da saída a gente não cai muito na real, ainda mais pela viagem começar por estradas em que já estamos habituados, aqui em volta de casa.

Estradas conhecidas, Araçatuba, Bilac... temperatura boa, fresca, poucos carros... tudo começando tranquilo. Estávamos nos sentindo "os viajantes", pilotando orgulhosos... sentido.. Ushuaia!

Até que...

Quando entrávamos em Gabriel Monteiro, há 44 km de casa, após passar pela lombada do portal da cidade, vi o Ednei crescer no meu retrovisor esquerdo, e por uma fração de segundos vi ele emparelhar comigo, só que, após isso minha moto sumiu por debaixo das minhas pernas e foi parar longe. Caí no asfalto sem entender nada!

Olhei a situação: eu no chão, Ednei no chão, motos no chão. Soltei um "Quê isso?". E o Ednei soltou um "O que aconteceu?". Só pude responder: "Você esqueceu que estava com baús". Como estávamos os dois bem, comecei a rir sem parar... mesmo pensando que um estrago maior poderia por a viagem a perder ali, não conseguir parar de rir. Foi tudo muito estranho e rápido.


A porrada foi baú com baú, mas sem maiores danos, uma raladinha na carenagem da V-Strom e um raladão na base do baú lateral da XT, a viagem continua!

A tocada foi tranquila, mas o objetivo era andar bem, 715 km até Puerto Iguazu. Paradas somente para abastecimentos, água e comer.

Fizemos câmbio e pegamos a Carta Verde antes da Ponte Tancredo Neves (divisa BR/AR), tudo já estava previamente agendado, tudo tranquilo.
Foto: meusroteirosdeviagem.com
A bandeira International do projeto Take the Flag, do xt660.net, seguindo com a gente.

Aduana cheia, demorou, mas sem percalços.

Entramos em Puerto Iguazú e fomos direto ao Hotel Latino, já conhecido do Ednei de outras viagens. Apartamento para dois, por 600 ARS (cerca de 120 BRL). O hotel é antigo (móveis, banheiro, ar codicionado, etc), mas é suficiente para uma noite de viagem de moto.


À noite, foi inevitável já começando na Argentina atacando um bom Bife de Chorizo, no restaurante Tatu Carreta (dá para ir facilmente à pé a partir do hotel), pratos variados, muito bom.



Dicas:

Gasolina = 18,45 ARS = 3,69 BRL

O câmbio e a Carta Verde podem ser feitos no Brasil em um escritório antes da ponte Tancredo Neves (vide mapa), cartaverdeseguros@hotmail.com, (45) 3523 6702.  Melhor combinar antes para chegar lá e estar tudo pronto. Mapa de localização:



Hotel Latino - Av. Victoria Aguirre 391, Puerto Iguazu, Misiónes, Argentina - Telefone: +54 3757 42-0405. Apartamento duplo: 600 ARS = 120 BRL.

Restaurante Tatu Carreta - Victoria Aguire, 773.


Ushuaia e Ruta 40 - 2016

 Clique na imagem e vá para o 1º dia da viagem!

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Ao Fim do Mundo - Ushuaia 2016

Nada que uma moto e uma estrada não resolva...

De novo na estrada, "com o objetivo na cabeça, a família no coração (mais do que nunca) e Deus na garupa" (Ruy Carmo,2012).

“Daqui a vinte anos, você não terá arrependimento das coisas que fez, mas das que deixou de fazer. Por isso, veleje longe do seu porto seguro. Explore. Sonhe. Descubra.” – Mark Twain.

Viagem longa, sozinho dentro do seu capacete, controlando uma máquina o dia todo, sem conhecer o caminho tão estudado e imaginado; assim vão ser os dias a partir de agora. Saímos de casa, e deixamos quem amamos para fazer essa loucura que ninguém entende, mas não adianta explicar.

Saímos hoje, dois caras na estrada, duas motos... que nunca mais voltarão como saíram... na volta serão outros... com visões maiores do que poderão lembrar e lembrarão mais do que poderiam ter visto.

E vamos com calma, "o caminho é o que importa, não o seu fim. Se viajar depressa demais, vai perder aquilo que o fez viajar" (Louis L'Amour)

Já estou com saudade de casa, mas enquanto pudermos, vamos até onde conseguirmos! E voltamos!


Os relatos serão postados após o término da viagem.

Veja fotos da viagem na página do Facebook:

9 de outubro de 2016

African Twin 1000... agora no Brasil!

Rastros e Rotas - 09/10/2016

A Honda divulgou nesta manhã (09/10) na página Honda Dream do Facebook um link para seu site, uma espécie de primeiro episódio de campanha de lançamento da esperada big trail African Twin, no Brasil, chamada True Adventure!

No site específico para o modelo, já se pode ver um pouco da história da moto, através do episódio "O Sonho". 

Os demais, chamados de "A Aventura", "O Retorno", "O Encontro I", "O Teste" e o "O Encontro II" ainda se encontram trancados e devem ser liberados gradualmente.



O episódio "O Sonho" mostra um vídeo lançado no Youtube em 30 de setembro, mas nada no site ainda havia sido mostrado; o vídeo é o mesmo do lançamento de outros países, com legenda em português.



Em conversas em off, com pilotos que costumam testar modelos e fazer as campanhas de marketing para novas motos de expressão, já se cogitavam um lançamento em novembro/2016, e pela iniciativa da montadora, a previsão parece se tornar realidade. Outra informação que se encontra sobre névoas, mas que pode ser boa para os brasileiros é de que a moto não será importada, pode ser fabricada no Brasil.


A nova Africa Twin possui um novo motor 4 tempos com 1000 cc, com dois cilindros paralelos. A moto promete ter potência suficiente para as exigências de condução fora de estrada,  proporcionar conforto para as viagens longas e de ser ágil para o uso diário.


A versão standard da Africa Twin (que é a única cogitada a vir para o Brasil) possui uma caixa manual de seis velocidades que utiliza o mesmo modo de passagem de mudanças encontrado nas confiáveis CRF250R/450R – e está equipada com uma dupla embreagem deslizante. 


Com um tanque de 18,8 litros e com uma excelente eficiência de combustível, possui uma autonomia para até 400 km.




O Sistema de Freios Antibloqueio (ABS) e o Sistema de Controle de Tração da Honda (HSTC) proporcionam um novo nível de tração avançada, e ambos pode ser desligados para pilotagens off road.

Com apenas 208 kg de peso (versão standard, peso a seco), dispõe de um quadro minimalista e de uma árvore de cames feita no mesmo material leve da Fireblade.



A moto permite ainda personalização da sua forma de condução podendo-se regular a altura do assento entre 870 mm e 850 mm. Com bengalas invertidas Showa de curso longo, também totalmente reguláveis.

Chega para bater de frente com as big trails de 800 à 1200 cc, em um mercado em alta, mas o nível da concorrência ainda vai depender de muitos fatores, inclusive o preço.

O barulho, vai ser grande!

Informações: Rastros e Rotas - www.rastroserotas.com.br


Vídeo do Youtube:


4 de outubro de 2016

Vespa é reapresentada no Brasil

Scooter voltará a ser vendida no País. Produção da versão nacional começará em meados do ano que vem.

Divulgação/Vespa
Vespa 946
A scooter Vespa recomeça uma nova fase no Brasil, com sua empresa-mãe Piaggio, representada pela Asset Beclley, apresentou os modelos que serão vendidos no País, primeiramente importados para, a partir de meados de 2017, passarem a ser montados por aqui.

No evento de lançamento (04/10/2016) foram apresentados os quatro modelos  da scooter: Vespa Primavera, com 125 e 150 cilindradas; Vespa Sprint, com 150 cilindradas; Vespa GTS 300cc e  a Vespa 946 Empório Armani (esta é para comemorar os 130 anos da montadora e os 40 anos da Empório Armani.

Pelo o que já foi adiantado, o retorno da Vespa vai começar com uma loja em São Paulo, mas já com planos de abrirem outras em Brasília (DF), Curitiba (PR) e Rio de Janeiro (RJ). Será o início da operação, com unidades importadas, até começar a montagem no Brasil.

De qualquer forma, a Piaggio quer atingir 10% do mercado de scooters no País até 2021, com foco no segmento premium e de scooters. Para atingir esse patamar, irão usar como estratégia ligar a marca italiana com o mundo da moda, assim como acontece na Europa.

 

Divulgação/Vespa
Vespa Primavera

A novidade que os apaixonados pela Vespa devem gostar é a edição limitada, que será numerada de “0001” a “1.000”, estas virão com uma placa com a numeração especial. O modelo escolhido para receber a edição limitada foi a Primavera 150 cc.


A partir do dia 10/10/2016 reservas das scooters poderão ser feitas no site: www.vespabrasil.com.br.

A história da Vespa no Brasil

A primeira vez que a Vespa foi montada no Brasil foi em 1958, quando os modelos M3 e M4 foram feitos pela empresa carioca Panauto, com motor dois tempos, de 150 cc de cilindrada. Depois, a partir de 1974, a scooter passou a ser montada na Zona Franca de Manaus (AM) a partir de 1974, nos modelos Ciao 50 e 150 Super durante 10 anos até que as marcas Caloi e Piaggio se uniram  para formar a Motovespa.
Então apareceu o modelo PX, com motor de 198 cc, equipado com ignição eletrônica que funcionava com câmbio de 4 marchas. Suas vendas foram crescendo no Brasil e atingiram o auge em 1986, quando a Vespa se tornou a segunda marca de scooters mais vendida no Brasil, atrás apenas da Yamaha.
Mesmo com o lançamento de concorrentes mais modernos, a Vespa mantinha seu público fiel, mas não resistiu por um lugar de destaque no mercado. A partir de 1987 suas vendas foram caindo até o final da produção no Brasil, em 1990.  Depois disso, a marca chegou a vender no País apenas unidades importadas.

Preço salgado.

No site da montadora já é possível reservar dois modelos.
A edição limitada, Primavera 150 cc Séria Histórica, pode ser levada por  R$ 27.930,00 ou com entrada mínima de 30% e o restante em até 24 vezes com taxa de juros de 0,99% a.m.


Mas se o comprador não fizer questão de fazer parte da história, leva a Primavera 125 cc por R$22.890,00.

Os demais modelos, Primavera 150, Sprint, GTS e 946 Armani, ainda não tem preços divulgados.
E o objetivo da marca é alcançar 10% do mercado de duas rodas no Brasil, algo muito ambicioso para estes preços. Para se ter uma idéia a Honda abocanhou, em 2015, 82,7% do mercado; em segundo veio a Yamaha, com seus 11%, e depois desta a Suzuki com 1,5%. Difícil pensar na Vespa cutucando a Yamaha, que vende seu Neo 125 por R$ 7.990,00, e seu NMax 160 ABS por R$ 11.690,00.
E o que falar da maior, Honda, com o PCX 150, ultra moderno em sua versão 2017, por R$ 10.800,00. Até agora a Vespa só perde, no preço, para o SH 300i (R$ 23.590,00), mas este é um scooter de 300cc.


Fontes:
http://www.vespabrasil.com.br/
Carros - iG - http://carros.ig.com.br/motos/2016-09-26/vespa-no-brasil.html
Acelerada - http://www.acelerada.com.br/vespa-no-brasil-confira-os-quatro-modelos-e-serie-historica-limitada/