4 de outubro de 2016

Vespa é reapresentada no Brasil

Scooter voltará a ser vendida no País. Produção da versão nacional começará em meados do ano que vem.

Divulgação/Vespa
Vespa 946
A scooter Vespa recomeça uma nova fase no Brasil, com sua empresa-mãe Piaggio, representada pela Asset Beclley, apresentou os modelos que serão vendidos no País, primeiramente importados para, a partir de meados de 2017, passarem a ser montados por aqui.

No evento de lançamento (04/10/2016) foram apresentados os quatro modelos  da scooter: Vespa Primavera, com 125 e 150 cilindradas; Vespa Sprint, com 150 cilindradas; Vespa GTS 300cc e  a Vespa 946 Empório Armani (esta é para comemorar os 130 anos da montadora e os 40 anos da Empório Armani.

Pelo o que já foi adiantado, o retorno da Vespa vai começar com uma loja em São Paulo, mas já com planos de abrirem outras em Brasília (DF), Curitiba (PR) e Rio de Janeiro (RJ). Será o início da operação, com unidades importadas, até começar a montagem no Brasil.

De qualquer forma, a Piaggio quer atingir 10% do mercado de scooters no País até 2021, com foco no segmento premium e de scooters. Para atingir esse patamar, irão usar como estratégia ligar a marca italiana com o mundo da moda, assim como acontece na Europa.

 

Divulgação/Vespa
Vespa Primavera

A novidade que os apaixonados pela Vespa devem gostar é a edição limitada, que será numerada de “0001” a “1.000”, estas virão com uma placa com a numeração especial. O modelo escolhido para receber a edição limitada foi a Primavera 150 cc.


A partir do dia 10/10/2016 reservas das scooters poderão ser feitas no site: www.vespabrasil.com.br.

A história da Vespa no Brasil

A primeira vez que a Vespa foi montada no Brasil foi em 1958, quando os modelos M3 e M4 foram feitos pela empresa carioca Panauto, com motor dois tempos, de 150 cc de cilindrada. Depois, a partir de 1974, a scooter passou a ser montada na Zona Franca de Manaus (AM) a partir de 1974, nos modelos Ciao 50 e 150 Super durante 10 anos até que as marcas Caloi e Piaggio se uniram  para formar a Motovespa.
Então apareceu o modelo PX, com motor de 198 cc, equipado com ignição eletrônica que funcionava com câmbio de 4 marchas. Suas vendas foram crescendo no Brasil e atingiram o auge em 1986, quando a Vespa se tornou a segunda marca de scooters mais vendida no Brasil, atrás apenas da Yamaha.
Mesmo com o lançamento de concorrentes mais modernos, a Vespa mantinha seu público fiel, mas não resistiu por um lugar de destaque no mercado. A partir de 1987 suas vendas foram caindo até o final da produção no Brasil, em 1990.  Depois disso, a marca chegou a vender no País apenas unidades importadas.

Preço salgado.

No site da montadora já é possível reservar dois modelos.
A edição limitada, Primavera 150 cc Séria Histórica, pode ser levada por  R$ 27.930,00 ou com entrada mínima de 30% e o restante em até 24 vezes com taxa de juros de 0,99% a.m.


Mas se o comprador não fizer questão de fazer parte da história, leva a Primavera 125 cc por R$22.890,00.

Os demais modelos, Primavera 150, Sprint, GTS e 946 Armani, ainda não tem preços divulgados.
E o objetivo da marca é alcançar 10% do mercado de duas rodas no Brasil, algo muito ambicioso para estes preços. Para se ter uma idéia a Honda abocanhou, em 2015, 82,7% do mercado; em segundo veio a Yamaha, com seus 11%, e depois desta a Suzuki com 1,5%. Difícil pensar na Vespa cutucando a Yamaha, que vende seu Neo 125 por R$ 7.990,00, e seu NMax 160 ABS por R$ 11.690,00.
E o que falar da maior, Honda, com o PCX 150, ultra moderno em sua versão 2017, por R$ 10.800,00. Até agora a Vespa só perde, no preço, para o SH 300i (R$ 23.590,00), mas este é um scooter de 300cc.


Fontes:
http://www.vespabrasil.com.br/
Carros - iG - http://carros.ig.com.br/motos/2016-09-26/vespa-no-brasil.html
Acelerada - http://www.acelerada.com.br/vespa-no-brasil-confira-os-quatro-modelos-e-serie-historica-limitada/

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